Social Icons

terça-feira, 19 de abril de 2016

Otto avisa que vai votar contra o impeachment da presidente Dilma




Com o início da tramitação, nesta segunda-feira (18), do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado Federal, o senador baiano Otto Alencar (PSD) já antecipou que irá votar contra o impedimento.
Otto defende a convocação de eleições para presidente, deputado federal e senador junto com o pleito municipal deste ano, que será realizado no dia 2 de outubro. “Isso seria o ideal, eleições para quem foi eleito em 2014, menos para governador e deputado estadual, já com a nova regra do jogo sem financiamento privado. Seria um ato de patriotismo”, disse ele.
“Se a Câmara se mostrou tão majoritariamente a favor do impeachment e discursos dos deputados foram tão acalorados pela moralidade e ética, acho que todos eles poderiam abrir mão dos mandatos”, complementou.
Não havendo eleições este ano, ele já se posiciona contra o impedimento da presidente. Ele lembrou, ainda, que os cinco deputados federais baianos do PSD (Antônio Brito, Fernando Torres, José Nunes, Paulo Magalhães e Sérgio Brito) votaram contra o prosseguimento do processo, “por coerência, compromisso e lealdade, e por entender que não havia crime de responsabilidade. No senado vou votar exatamente como eles. Foram firmes, ficaram de pé, não se acovardaram”, disse.


Toda Bahia

'Estou tendo meus sonhos e direitos torturados', diz Dilma




Em seu primeiro pronunciamento depois da derrota na votação do impeachment, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que se sente injustiçada e voltou a afirmar que não cometeu crime de responsabilidade. "Queria dizer que me sinto injustiçada por um processo sem base de sustentação", disse a presidente. "Me sinto indignada com a decisão que recepcionou a questão da admissibilidade do impeachment". A presidente lembrou ainda o período em que esteve presa durante a ditadura militar. E afirmou: "Hoje, estou tendo meus sonhos e direitos torturados".
Visivelmente abatida, Dilma afirmou também que não se beneficiou pessoalmente de nenhum ato que motivou a aceitação da denúncia por crime de responsabilidade. "Saio no sentindo de ter a consciência tranquila de que não os fiz ilegalmente. Os atos se baseiam em pareceres técnicos".
A presidente afirmou que assistiu a todas as intervenções dos deputados na Câmara durante a discussão e que não viu nenhum debate sobre as pedaladas fiscais e os decretos de crédito suplementar. Ela disse que os presidente antecessores não foram punidos por atos semelhantes. "A mim se reserva um tratamento que não se reservou a ninguém."
"Nenhum governo será legítimo sem ser por obra do voto secreto, direto numa eleição convocada previamente para este fim, na qual todos os cidadãos. Não se pode chamar de impeachment uma tentativa de eleição indireta. Essa tentativa se dá porque aqueles que querem ascende ao poder não tem voto para tal. É estarrecedor que um vice-presidente no exercício de seu mandato conspire contra a presidente abertamente. Em nenhuma democracia do mundo uma pessoa que fizesse isso seria respeitada. A sociedade humana não gosta de traidor. Porque sabe a injustiça e a dor que se sente quando se ve a traição no ato".
Com a voz embargada, Dilma por diversas vezes repetiu ao longo do pronunciamento a frase "saio do processo". Ela no entanto, indicou que não renunciará ao cargo. "Eu tenho ânimo, força e a coragem suficientes para enfrentar essa injustiça, apesar da tristeza. Não vou me abater. Vou continuar lutando como fiz ao longo de toda a minha vida. De uma certa forma estou tento meus sonhos e meus direitos torturados, mas não vão
matar em mim a esperança, porque sei que a democracia é sempre o lado certo", disse.
"Podem ter certeza: eu continuarei lutando e vou enfrentar todo o processo. Vou participar e me defender no Senado e quero dizer aos senhores, ao contrário do que anunciaram, não começou o fim. É o início da luta, longa e demorada. Ela envolve o meu mandato, não é por mim mas pelos 54 milhões de votos que tive", prosseguiu.
Questionada sobre a possibilidade de encurtar o mandato, por meio de renúncia, Dilma rechaçou a hipótese. "Não estou avaliando agora", disse, em um tom já diferente do que vinha adotando, quando afirmava que não renunciaria em hipótese alguma. Dilma disse, porém, que "todas as alternativas democráticas são viáveis", em referência à proposta que circula em setores do PT e no Parlamento, de convocação de eleições gerais antecipadas por meio de uma Proposta de Emenda Constitucional.


Poder & Política

Todos estão convidados




Rombo das contas do governo pode chegar a R$ 119 bilhões em 2017




Informações do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2017 mostram que, sem o crescimento de 1% no Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo governo e sem a aprovação da volta da CPMF, o rombo nas contas públicas pode chegar a R$ 119,68 bilhões no ano que vem.
O projeto, enviado pelo governo ao Congresso, já apontava a possibilidade de um rombo orçamentário de R$ 65 bilhões no ano que vem. Entretanto, se a previsão de expansão de 1% para o PIB não se confirmar e os parlamentares não aprovarem a volta da CPMF, a arrecadação do governo ficaria R$ 54,68 bilhões menor, chegando, assim, ao déficit (receitas menores que despesas) de R$ 119,68 bilhões em 2017.
A projeção apresentada pelo governo mostra que o crescimento de 1% no PIB elevaria as receitas em R$ 21,44 bilhões. A CPMF tem potencial para gerar um incremento na arrecadação de R$ 33,24 bilhões (considerando que as alíquotas do IOF, que subiram quando o tributo foi extinto, seriam baixadas).

Economia & Negócios


Presa política fala sobre Ustra, homenageado por Jair Bolsonaro




“Eu fui espancada por ele [Coronel Ustra] ainda no pátio do Doi-Codi. Ele me deu um safanão com as costas da mão, me jogando no chão, e gritando 'sua terrorista'. E gritou de uma forma a chamar todos os demais agentes, também torturadores, a me agarrarem e me arrastarem para uma sala de tortura”.
Uma das milhares de vítimas da ditadura militar, Amelinha Teles, descreveu assim seu encontro com Carlos Alberto Brilhante Ustra, conhecido como “Coronel Ustra”, o primeiro militar reconhecido pela Justiça como torturador na ditadura. Ao programa Viva Maria, da Rádio Nacional da Amazônia, Amelinha contou como era o homem admirado por Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e citado pelo parlamentar durante seu voto a favor do impeachment de Dilma Rousseff, ontem (17), no plenário da Câmara dos Deputados.
“Ele levar meus filhos para uma sala, onde eu me encontrava na cadeira do dragão [instrumento de tortura utilizado na ditadura militar parecido com uma cadeira em que a pessoa era colocada sentada e tinha os pulsos amarrados e sofria choques em diversas com fios elétricos atados em diversas partes do corpo] , nua, vomitada, urinada, e ele leva meus filhos para dentro da sala? O que é isto? Para mim, foi a pior tortura que eu passei. Meus filhos tinham 5 e 4 anos. Foi a pior tortura que eu passei”, disse a ex-militante do PcdoB.
O militar lembrado pelo parlamentar foi chefe-comandante do Destacamento de Operações Internas (DOI-Codi) de São Paulo no período de 1970 a 1974. Em maio de 2013, ele compareceu à sessão da Comissão Nacional da Verdade. Apesar do habeas corpus que lhe permitia ficar em silêncio, Ustra respondeu a algumas perguntas. Na oportunidade, negou que tivesse cometido qualquer crime durante seu período no comando do Destacamento de Operações Internas paulista. Em abril de 2015, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, suspendeu uma das ações penais  contra Ustra que tramitava na Justiça Federal em São Paulo. Atendendo a pedido feito pela defesa do militar, a ministra disse, na decisão, que suspendeu a ação pois era necessário aguardar o julgamento da Lei de Anistia pela própria Corte. O militar morreu em 15 de outubro de 2015 no Hospital Santa Helena, em Brasília. Ele tratava de um câncer. Na segunda-feira (18), Amelinha integra a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e é assessora da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo Rubens Paiva. Para ela, a homenagem de Bolsonaro a um de seus torturadores pode ser o resgate de uma das páginas mais tristes da história do Brasil.
“O que significa essa declaração do deputado é que ele quer que o Estado brasileiro continue a torturar e exterminar pessoas que pensem diferente dele. Que democracia é essa que quer a tortura, a repressão às pessoas que não concordam com suas ideias?”.

Com informações da Agência Brasil.


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Vem aí o maior evento de MMA do interior da Bahia 3º Gandu Fight Night




Ingressos à venda em Gandu:
CT de Artes Marciais - Rua Antonio Coelho 192 - Eliseu Leal - Rua do Ginásio;
Distribuidora Doces Silva - Centro - Próximo ao GBarbosa;

Blog Ganduzao - Rua Antonio Coelho 107 - Eliseu Leal.

Exclusiva – Prefeitura de Gandu bloqueia na justiça conta poupança de contribuinte




Todos nós temos conhecimento, de que o município precisa arrecadar e que o gestor tem metas fiscais a cumprir segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Mas, não é preciso que, em uma cidade como a nossa, onde todos se conhecem pelo nome e sobre nome, o prefeito ordene a procuradoria jurídica, para punir pessoas que não dispões de bens nem rendas suficientes para sobreviver.
De a cordo com o processo nº 0004316-3820138505.00857, um cidadão que é proprietário de um simples terreno no loteamento M. Libânio, próximo a Renovação ll, teve sua conta poupança bloqueada pela justiça, a pedido do então prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), desde o dia 16 de março de 2016 de acordo o protocolo nº 0004316-38- 201805.00852
Este cidadão que vamos preservar sua identidade, é pai de uma criança de pouco mais de 02 anos e, por está desempregado, se dirigiu ao Banco, para retirar a sua única economia, no intuito de comprar mantimentos e pagar as contas da casa. Para sua surpresa e da sua esposa, sua conta poupança, que tem um saldo de pouco mais de mil e quinhentos reais, se encontra bloqueada, pelo fato de está devendo o IPTU do citado terreno.
Em conversa com nossa redação, o ganduense inconformado afirmou: "É triste trabalhar a vida toda para guardar um pouco de dinheiro e quando mais precisei não pude mim valer dele"
Que é legal, isso não se discute, apenas gostaríamos de saber da procuradoria do município, se estão agindo assim com proprietários de grandes patrimônios?





Gandu – 60ª homenageia Militares e civis




Na  manhã deste domingo (17), a 60ª CIPM Gandu, realizou uma entrega de medalhas aos policias militares e civis de 10 e 20 anos de serviço prestado a comunidade, na oportunidade também foram homenageados algumas pessoas da Comunidades, selecionadas pelos Oficiais e Praças da Unidade, com Certificados os intitulando de “AMIGOS DA 60 CIPM.
Entre os homenageados esteve o nosso amigo e leitor, Elton Gonçalves, que ultrapassou 10 anos de bons serviços prestados a Gandu e região, o qual em seu nome abraçamos os demais.


Gandu – Vando Orrico prestigia evento do PMDB




O pré-candidato a prefeito pelo PPL 54, Vando Orrico, prestigiou a convenção municipal do PMDB, onde na oportunidade foi eleito o novo diretório da legenda, que tem como presidente, o vereador, José Antonio Jú. Outros prefeituráveis também marcaram presença, a exemplo do conceituado médico, Dr. Argolo (PRB)
Além de lideranças locais, quem também prestigiou o ato foi o deputado peemedebista, Hildécio Meirelles. Para Vando, participar de um evento organizado por outra legenda que também apresentou candidatura própria, é um sinal de democracia e respeito entre os concorrentes.



1ª Cruzada de Louvor