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sábado, 12 de março de 2016

Mensagem de Reflexão - Ótimo Fim De Semana!





O minuto que você está
vivendo agora
é o minuto mais importante
de sua vida,
onde quer que você esteja.
Preste atenção ao que está fazendo.
O ontem já lhe fugiu das mãos.
O amanhã ainda não chegou.
Viva o momento presente,
porque dele depende todo
o seu futuro...

Bom final de semana!


Contos & Causos - Quem é o pai da criança?




Dona Isaura foi batizar a filhinha de um ano e frei Alberto começou o interrogatório:
-Nome?
-Ambrosina.
-Nome da mãe?-
A Isaura que vos fala.
-Pai?- ....
-Ou diz o nome do pai, ou não batizo.
-Seu frei, já que o senhor insiste, lá vai: Frei Cirilo.
-Ôxente, e Frei Cirilo tirou a batina?!
-Não. Segurou com os dentes.


Por Gilberto Moura

Você é nosso convidado






Aleluia: “Renúncia seria um ato patriótico de Dilma”




“A renúncia é o ato patriótico que o povo brasileiro espera da presidente Dilma Rousseff”, afirma o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) diante dos rumores de que a presidente já estaria manifestando a auxiliares o sentimento de resignação de que seu governo não chegará ao final.
“O país está agonizando e quem sofre são os brasileiros. A mandatária da República não pode se furtar a esse gesto de grandeza em prol da nação”, assinala o parlamentar baiano. Para Aleluia, a presidente Dilma precisa atender ao clamor que virá das ruas de todo o país neste domingo, dia 13 de março.
“A renúncia será uma manifestação de humildade em que Dilma poderá se redimir da soberba que marcou a sua desastrosa gestão”, diz Aleluia. Na opinião do deputado, o que a presidente não pode é desmoralizar ainda mais o moribundo governo dela, com tentativas irresponsáveis para proteger Lula.
“Antes de qualquer tipo de gratidão pessoal que possa ter com seu padrinho político, a presidente da República tem o dever de priorizar os interesses do conjunto do povo brasileiro, que não podem ser sacrificados em favor do líder de uma organização criminosa que arruinou o país”, assevera Aleluia.


Ascom Democratas 

Festa de São José 2016




Caso Guilherme Yokoshiro: Ibametro acredita que acidente pode ter sido provocado por falha na rede de proteção




Na manhã desta sexta (11/03), durante palestra no l Congresso Baiano de Defesa do Consumidor, o Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), coordenador da Rede Consumo Seguro e Saúde - Bahia, tornou pública a tese que o acidente que vitimou o garoto Guilherme Yokoshiro pode ter sido provocado por falha ou desgaste na rede de proteção instalada. Para o diretor geral do Ibametro, Randerson Leal, falando para 300 estudantes, professores e especialistas em Defesa do Consumidor, o caso possui indícios fortes de que o produto não suportou o peso do garoto ao se projetar na rede. "Estamos aguardando a conclusão das investigações e o resultado do laudo pericial, mas logo após o ocorrido imediatamente realizamos vistoria no mercado de redes de proteção, onde encontramos fragilidades no aspecto segurança. Em reunião com 19 órgãos públicos que formam a Rede Consumo Seguro, decidimos já encaminhar ofício ao Inmetro para que esse produto passe por testes e seja obrigatório ter o selo do Inmetro", informou Randerson.
Além desse caso, outros acidentes de Consumo ocorridos na Bahia foram apresentados. O órgão alerta aos consumidores da necessidade de registrar acidentes com produtos ou serviços, por meio do site www.ibametro.ba.gov.br.
O I Congresso Baiano de Defesa do Consumidor é organizado pelo Ministério Público e a ABDECON, no Othon Palace, encerrando suas palestras nesta sexta.

Fonte: Ascom Ibametro





Atacadão das Frutas e Verduras foi inaugurado em Gandu




Na manhã desta sexta-feira (11), foi inaugurado em Gandu, na Praça da feira, o Atacadão das Frutas e Verduras. Com um completo sortimento de produtos de qualidade direto de Belo Horizonte, O Atacadão conta ainda com o melhor preço e um atendimento diferenciado.
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Jorlando Santos e Eliana Lima Agradecem a preferencia.


STF garante 180 dias de licença para servidoras em caso de adoção




Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (10) estabelecer prazo de 180 dias de licença-adotante remunerada para servidoras públicas com filho adotado. Com a decisão, a Corte igualou a regra válida para os casos de licença-maternidade para servidoras gestantes. A decisão abrange somente servidoras que são regidas pela Lei 8.112/1990, conhecida como Estatuto do Servidor Público Federal. A partir de agora, servidoras poderão pedir licença-adotante de 120 dias, prorrogáveis por mais 60. Antes da decisão do Supremo, as adotantes tinham direto a 30 dias de licença, prorrogáveis por mais 15. A decisão não vale para pais adotivos.
A Corte julgou o recurso de uma servidora pública que não conseguiu obter licença de 180 dias após ter adotado uma criança menor de um ano. Ao julgar o caso, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do recurso, entendeu que a legislação não pode estabelecer prazos diferentes para licença de mães adotantes e gestantes
“Se quanto maior é a idade, maior é a dificuldade de adaptação da criança à nova família, e se o fator mais determinante da adaptação é a disponibilidade de tempo dos pais para a criança, não é possível conferir uma licença-maternidade menor para o caso de adoção de crianças mais velhas.”, disse o ministro. A ministra Rosa Weber, que é adotante, também votou para igualar as regras de licença-maternidade e licença-adotante, por entender que negar o direito aos prazos iguais significa discriminar a criança adotada.
“Ao Estado, enquanto comunidade, interessa a formação de um ser humano saudável, e, nisto, é insubstituível o papel da mãe, especialmente nos primeiros meses, seja um filho natural ou não”, disse a ministra.

Também votaram a favor dos prazos iguais para os dois tipos de licença os ministros Edson Fachin, Teori Zavascki, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski. Marco Aurélio rejeitou o recurso por questões processuais.

Ascom Força Sindical

Convite




Moro: mentiras vêm de pessoas que querem obstruir Lava Jato




Ao participar de uma palestra na noite desta quinta-feira (10), Sergio Moro defendeu que foram pessoas "com interesse em obstruir as investigações" da Lava Jato que disseram que ele ou sua família possuem ligações com o PSDB. Segundo a Folha de S. Paulo, o evento aconteceu na Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).

O magistrado disse ainda que os processos da investigação ainda não se encerraram. "E não sabemos se terá final feliz, feliz no sentido de absolver o inocente e condenar o culpado". "Mas que existem movimentações que querem prevenir esse resultado [de culpados serem condenados], isso é mais ou menos óbvio", completou.


Poder & Política