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sexta-feira, 11 de março de 2016

PMDB baiano apresentará moção de rompimento com governo Dilma




O PMDB da Bahia, liderado por Geddel Vieira Lima, entregará no domingo (13) uma moção de rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff. No domingo, o PMDB realiza o seu congresso nacional. A carta elenca oito motivos para romper com a administração da petista. "Considerando que o Brasil sofre uma das mais graves crises econômicas, moral e política da sua história; considerando que a crise resultante, principalmente, de escolhas erradas nas ações do Governo Federal; considerando que o PMDB, embora tenha o vice-presidente da república formalmente participe da base de governo, nunca foi chamado para discutir soluções econômicas ou políticas para o  país; considerando as graves denúncias de participação de integrantes do governo federal em escândalos de corrupção; considerando que as bases e a militância do PMDB já não  concordam em integrar o governo Dilma; considerando o anseio do povo brasileiro por mudanças urgente; solicitamos a imediata saída do PMDB da base de sustentação do governo federal, com a entrega de todos os cargos em todas as esferas da administração pública federal”, diz o documento.
A moção de rompimento é assinada ainda pelo único deputado federal do PMDB da Bahia, Lúcio Vieira Lima.


Bahia Noticias

Sede da Ronda Maria da Penha garante mais direitos para mulheres




As mulheres baianas vítimas de violência ganharam mais um motivo para criar coragem e procurar ajuda. Nesta quinta-feira (10), a sede da Operação Ronda Maria da Penha foi inaugurada no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), no bairro de Periperi, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. Atualmente, a Operação Ronda Maria da Penha atende 233 mulheres, como a jornalista Reice Veridiana Silva. Depois de sofrer agressões física, psicológica e moral durante três anos do ex-companheiro, ela não tem mais medo e não esconde o rosto ao falar sobre a violência que sofreu.
“Hoje quem cuida de mim é a Operação Ronda Maria da Penha. Estou sendo assistida, acompanhada e recebo a equipe na minha casa. Me sinto completamente à vontade com os policiais que me visitam, [pois] eles fazem eu me sentir mais segura. Não tem sido fácil desde que começaram as agressões, mas hoje eu me sinto muito melhor. Que minha história possa servir de exemplo para outras mulheres que sofrem qualquer tipo de abuso, para que elas procurem ajuda, porque há quem nos ajude e a ronda tem me atendido muito bem nesse sentido”, contou a jornalista. De acordo com o secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa, a unidade reforça o caráter preventivo da iniciativa. “Com essas visitas, a Ronda Maria da Penha consegue chegar até essas pessoas que estão submetidas a medidas protetivas, conscientizando a mulher, conscientizando a família da importância da separação do agressor e fazendo com que elas contem com o apoio policial caso haja necessidade”, explicou o secretário.
A inauguração marca também um ano de criação da ronda. Desde 8 de março de 2015, a operação já realizou 1.181 visitas e acompanhamentos. São 23 policiais militares capacitados especificamente para lidar com as mulheres atendidas numa estrutura que tem o apoio da Polícia Militar, Polícia Civil, Departamento de Polícia Técnica (DPT) e Secretaria de Política para as Mulheres (SPM), além da Defensoria Pública, Ministério Público e Tribunal de Justiça. A Ronda já realizou também 22 prisões de agressores em flagrante, 781 atendimentos, 83 palestras de conscientização e 90 cumprimentos de ordens judiciais. Ainda no mês de março, serão realizadas novas palestras e abordagens preventivas em toda a capital.
A iniciativa, que começou como projeto há um ano no Subúrbio Ferroviário de Salvador, já ampliou as ações para o interior do estado, em cidades como Serrinha e Juazeiro, e ainda deve atender outros municípios baianos que possuam registros significativos de violência contra a mulher.


Secom  - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia



Aleluia: “Se virar ministro, Lula assina confissão de culpa”




“Lula assinará sua confissão de culpa, se aceitar ser ministro da presidente Dilma para não ser preso”, afirma o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), diante dos rumores de que o Palácio do Planalto estaria planejando levá-lo para o ministério com o objetivo de o ex-presidente ganhar fórum especial, só poder ser julgado pelo Supremo, e livrar-se do juiz federal Sérgio Moro. 
“Se querem botar Lula ministro, então, que lhe coloquem no Ministério da Justiça, porque assim ele vai tentar controlar a Polícia Federal”, sugere Aleluia. Para o parlamentar baiano, com Lula sendo ministro da Justiça cairia logo a máscara do governo de Dilma Rousseff, que acabou e hoje só existe para salvar o ex-presidente.
Para Aleluia, em vez dos presunçosos arroubos que vem vociferando ultimamente, Lula antes precisa se explicar na CPI do Carf. “Lá o ex-sindicalista terá a oportunidade de esclarecer as questões do triplex e do sítio”. O deputado baiano é membro titular da Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar as denúncias de fraude contra a Receita Federal.
Requerimentos de autoria de Aleluia foram protocolados, convocando Lula e o filho Luiz Cláudio a prestar depoimentos na CPI do Carf. “Lula e Luiz Cláudio vão ter a oportunidade de se explicarem. Se provarem que são santos, eu vou aplaudi-los. Por isso, eles devem se preparar para responder a todos os questionamentos de maneira verdadeira, porque perjúrio em CPI é cadeia”, afirma Aleluia.
A CPI do Carf foi criada na esteira da Operação Zelotes, da Polícia Federal, que investiga um dos maiores esquemas de sonegação fiscal já descoberto no país: a compra de decisões do Carf com o fim de reverter, ou até mesmo anular, multas aplicadas pela Receita Federal. O Carf é o Conselho de Administração de Recursos fiscais, órgão do Ministério da Fazenda que tem a função de julgar a legalidade de multas e cobranças tributárias aplicadas aos contribuintes pela Receita Federal.



Ascom Democratas 

Moro defende manifestações ‘sem violência e sem ódio’




O juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos em primeiro grau da Operação Lava Jato, defendeu publicamente esta semana o direito a manifestações, “seja de um grupo ou seja de outro”, desde que realizadas “sem violência e sem ódio”. Estão marcadas manifestações pró impeachment da presidente Dilma Rousseff em todo o País para esse domingo, 13. “São compreensíveis as angústias e as reclamações diante do contexto econômico e político, mas ainda sim é importante que isso seja desenvolvido sem discurso de ódio, sem violência contra ninguém”, afirmou Moro em palestra para empresários, em Curitiba. “Apesar desse quadro um tanto quanto desalentador do momento, recessão profunda, desemprego crescente e corrupção sistêmica, eu tenho confiança de que nós brasileiros vamos conseguir superar esses problemas.” O juiz da da Lava Lato falou a empresários em duas palestras realizadas em Curitiba, nesta quarta-feira, 9, e quinta-feira, 10. Ele defendeu as investigações da Lava Jato e o enfrentamento ao que chamou de “corrupção sistêmica” no País.
Para o magistrado, a crise econômica não é resultado das investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal que revelaram o maior escândalo de corrupção do governo federal. “Temos uma história nesse País, já superamos crises econômicas pretéritas terríveis, nós vencemos duas ditaduras no seculo 20, Estado Novo e a ditadura militar, tivemos triunfo contra a hiper inflação nos anos 80 anos 90, tivemos a crise da dívida nos anos 80, mas nos superamos todos esses problemas. Mas superamos andando juntos pra frente e não para trás.” O juiz da Lava Jato repetiu nos dois eventos ficar “consternado com esse quadro econômico, de recessão e desemprego”. Mas afirmou não acreditar que a culpa seja da Lava Jato. “Trabalhar contra um quadro de corrupção sistêmica é algo que só nos traz ganhos, não tenho nenhuma dúvida quanto a isso.”
“Tenho crença que confiando na democracia, confiando nas instituições confiando na regra do direito nos vamos conseguir superar esses desafios”, conclui Moro.


Estadão

Denúncias de violência contra a mulher aumentam 44%




Levantamento divulgado pela Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 aponta que houve aumento de 44,74% no número total de relatos de violência recebidos pelo serviço em 2015, comparados ao ano anterior. No total, foram 76.651 atendimentos correspondentes a relatos de violência recebidos pelo serviço de denúncias anônimas da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos. Os números ainda mostram que o total de relatos envolvendo cárcere privado cresceu 325%, computando a média de 11,8 registros por dia, enquanto os relatos de violências sexuais (estupro, assédio e exploração sexual) cresceram 129%, em uma média de 9,53 por dia. Para a assistente social Michelle Dias, membro da Comissão de Instrução do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (CRESS-SP), o fenômeno da violência contra a mulher persiste no Brasil agravado pela estrutura da nossa sociedade. Ela explica que os efeitos da ausência do Estado, que falha em fornecer e prover condições mínimas de segurança, educação e saúde, são sentidos de forma mais intensa pelas mulheres.
“Os problemas sempre recaem sobre elas. Um exemplo é a questão da falta d’água, que fecha creches e escolas. Com o trabalho nas periferias de São Paulo, podemos ver que na maioria dos casos é a mãe que precisa faltar ao trabalho nessas ocasiões”, ressalta.
Na realidade brasileira, a própria Lei Maria da Penha, instituída para dar assistência às mulheres vítimas de violência, encontra dificuldades de aplicação. A assistente social conta que existe uma precarização no atendimento dessas vítimas, tanto na delegacia, na hora de preencher o boletim de ocorrência, quanto no judiciário, que julga os processos.
“A própria questão dos abrigos reflete essa condição. Nesses locais já sucateados, a mulher que sofreu violência divide espaço com outras em situação de rua ou dependentes químicas, algo fora das portarias e normativas que regem os abrigos”, conta Michelle.
Condições de defesa: A representante do CRESS-SP explica que o enfrentamento da violência passa obrigatoriamente pela redução da vulnerabilidade da mulher. No atendimento às vítimas, por exemplo, um trabalho em conjunto entre assistentes sociais, psicólogos e juristas busca fortalecê-las para enfrentar essa condição.
“A mulher que sofre violência doméstica acaba perdendo o vínculo com a família e muitas vezes é impedida pelo próprio companheiro de trabalhar. A ausência de um Estado protetor, que possa suprir suas necessidades básicas e ajudá-la, impede que mulheres consigam se retirar dessa situação. Nosso papel é dar condições mentais e legais para que elas possam se defender de seus agressores, saindo da posição de vulnerabilidade que as encarcera”, finaliza a assistente social.

Ascom Força Sindical


Festa de São José 2016





quinta-feira, 10 de março de 2016

Em Gandu, novos nomes continuam sendo cogitados para compor chapas majoritárias




Ao se aproximar o prazo final para filiação partidária, para aqueles (as) que pretendem concorrer a algum cargo eletivo nas eleições deste ano, alguns caciques políticos, estão se movimentando no intuito de atrair nomes de ativistas políticos para compor suas respectivas chapas majoritárias.
Nomes como o da doutora, Márcia Pereira, que está filiada ao PDT, é um dos exemplos, assim como o de outras pessoas, como sindicalistas e líderes comunitários. Mas, o que vem se destacando entre os pretendidos, é o jovem Pastor evangélico, professor e estudante de direito, Israel Leal, pretendido por diversas siglas partidárias no município. 
Na semana passada, o reverendo, foi assunto em toda roda de conversa que envolve política e, ficou de sentar com familiares e amigos, para decidir em qual partido estaria se filiando para participar do processo eleitoral deste ano.

Certo é que, os políticos estão notando, que é preciso mesclar experiencia com juventude para poder alcançar exito no pleito eleitoral do próximo dia 02 de outubro.

Gandu – Deputado oferece o mesmo partido a várias pessoas




O deputado estadual, Euclides Fernandes, agora no PSL, agiu como um corretor que oferece uma só propriedade a vários clientes.
Ao ingressar na legenda, depois de ter deixado o PDT, devido a problemas internos entre o presidente Felix Mendonça Junior e o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo, o parlamentar havia garantido a um dos seus cabos eleitorais na sua campanha no município em 2012, professor Wendel Leite, que o partido ficaria em seu comando. Por ser um cidadão ético e respeitador, o professor, procurou o atual presidente do PSL em Gandu, Carlos Alberto Wagner, para trassarem um projeto conjuntamente para o partido no município. Neste projeto, estaria inserido o empresário e presidente da CDL, Joilson Andrade (Jojó da Farmácia). Por ter boa convivência, com a outra parte interessada, Wagner, foi humilde e sensato, aceitando a proposta.
Acontece que neste meio tempo, outras pessoas foram procuradas para assumir o mesmo partido, a exemplo do competente radialista e diretor da Gandu FM, Luiz Fernando, que agradeceu, porém respondeu que não teria interesse em participar do processo politico, devido sua preferencia em tocar seu projeto de radiofusão em Gandu e região, mas, segundo o próprio comunicador, afirmou nos microfones da emissora, poderia está indicando um grupo de amigos para assumir o PSL. Segundo pessoas ligadas ao governo municipal, o PSL será protocolado na próxima semana, com sua provisória em nome de políticos ligados ao prefeito Ivo Peixoto (PCdoB) e do líder do governo na câmara, Emetério Palma, também do partido comunista.
Nesta quarta-feira (09), em entrevista a Gandu FM, durante o Crítica e autocrítica, Euclides Fernandes, enrolou o tempo todo e não respondeu para que mãos iria o partido, apesar de ter sido questionado pelo comunicador. Além de Gandu, o parlamentar, garantiu em um tom arrogante, que políticos de outros municípios vizinhos, também estarão migrando para o PSL durante a janela aberta até o dia 18 de março. Segundo Euclides, o prefeito de Wenceslau Guimarães, Nestor Vicente, eleito pelo PDT, será o primeiro a se filiar em sua nova legenda, além do vice prefeito de Piraí do Norte, Val de Diva, Marcos da Joanes de Teolândia, ex-prefeito de Itamari, Kaçulo e sua esposa, senhora Paloma Uzeda e o ex-prefeito e pré-candidato Murilo Nunes de Nova Ibiá.






Gandu – Confirmado, Jojó da Farmacia será o novo presidente do PPS 23




Conforme artigo publicado em nosso Blog no dia 07/03 (http://blogdobozogandu.blogspot.com.br/2016/03/gandu-jojo-da-farmacia-deixa-o-pcdob.html), O empresário e presidente da CDL, Joilson Andrade, se desfiliou do PCdoB, por entender que foi enganado pelo prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), quando lhe convidou a se filiar em seu partido, com a promessa de vir a ser um dos nomes para lhe suceder e concorrer nas eleições deste ano, fazendo o mesmo com outras 04 pessoas.
Depois de em vão ter tentado ingressar no PSL, que foi também prometido a muitos pelo deputado Euclides Fernandes, inteligentemente, Jojó, viu que o prazo para não está preso em uma “tribo”, com muitos caciques e poucos índios, procurou pessoas de sua confiança e foi buscar uma importante legenda na qual ele mesmo será o presidente. O PPS na Bahia, tem o comando do deputado federal, Artur Maia e em Salvador, do Líder do governo de ACM Neto (Dem), Josseval Rodrigueis. Segundo informações de pessoas ligadas a legenda na capital,  quem fez a ponte entre os ganduenses e o parlamentar, teria sido o ex-prefeito de Nova Ibiá, Murilo Nunes, que goza de ótima amizade com Maia.
Pessoas ligadas a Jojó, apostam que o conceituado empresário, será candidato a prefeito, ou até mesmo buscar uma vice na chapa do atual prefeito, Ivo Peixoto. O que os nossos amigos e correligionários de Jojó, devem atentar, é que caso, seu nome não decole, para concorrer ao cargo, será difícil o diretório estadual, aceitar  que o PPS, partido presidido nacionalmente por Roberto Freire e na Bahia ser uma das principais siglas no projeto de ACM Neto, dividir palanque com o PT e PCdoB.
O espaço está aberto caso queiram se pronunciar.

         

Gandu - prefeito solicita do TCM reconsideração de contas rejeitadas




Em uma das suas prerrogativas, o prefeito Ivo Peixoto (PCdoB), solicitou reconsideração das suas contas referentes ao ano de 2014, que foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios.

De acordo o processo nº 01064-16, o Pedido de Reconsideração referente às contas da Prefeitura Municipal de Gandu, exercício de 2014, processo de origem nº 07937-15, está na pauta desta quinta-feira (10), tendo como relator, o conselheiro  Raimundo Moreira.