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sexta-feira, 20 de março de 2015

Fátima Bernardes é afastada após sangramento



Fátima Bernardes teve que ser substituída às pressas na manhã dessa quinta-feira (19.03.15) por Ana Furtado depois da titular do programa 'Encontro' ter tido um sangramento. Por telefone, Fátima explicou que tentou tirar uma "casquinha" do nariz que estava lhe incomodando há cerca de uma semana, porém, um sangramento se iniciou e ela teve que procurar um hospital.
O problema todo aconteceu quando a jornalista tirava a maquiagem logo após ter recebido o prêmio de melhor apresentadora em 2014 em uma cerimônia promovida pela revista "Quem".
"Já está cauterizado, cicatrizado e amanhã estarei aí. Agradeço muito", disse Fátima à esposa de Boninho. E falando na apresentadora, recentemente Fátima Bernardes deixou Marina Ruy Barbosa constrangida ao sugerir que a roupa da atriz era curta demais.
Durante seu programa, o ator Marcos Veras relembrou que há pouco tempo Fátima e Marina usaram a mesma blusa. "Estou com uma peça de roupa, que não sei se é sua ou de Marina Ruy Barbosa", disse Veras.
Fátima respondeu logo em seguida: "Essa, no caso, é minha. Não é a primeira vez que a gente aparece com a mesma roupa". Além de concordar com Fátima, Marina completou: "Eu usaria esse seu vestido [de hoje]". Mas Fátima não deixou barato e retrucou: "Eu também usaria o seu, mas com um palmo a mais".
Apesar de todos os convidados terem dado gargalhadas, Marina se sentiu um pouco envergonhada.

Noticias de Famosos


Ponto de Vista - As empreiteiras, os trabalhadores e a conta – Parte l



É correto punir as empresas envolvidas no escândalo da Petrobras, mas impedi-las de atuar é uma arbitrariedade que só traz prejuízos ao país. Um conhecido ditado popular afirma que a dose do remédio pode ser a diferença entre salvar ou matar o paciente. A Petrobras, uma das maiores empresas brasileiras, envolvida em uma teia de desmandos e corrupção, está na UTI. A Operação Lava Jato, que vem trazendo à tona toda sorte de corrupção e negociatas, está deixando os brasileiros receosos. Quem tem o dever de acusar e decidir se cabe pena às empresas envolvidas está diante de um desafio único, calcado em um duplo alicerce: restabelecer a confiança da sociedade na instituição e conduzir uma profilaxia do setor na dose certa.
Nunca antes em nossa história houve tanta responsabilidade nas mãos de autoridades públicas. Estamos preocupados com o futuro de milhões de trabalhadores. Operários dos mais diversos setores --especialmente da construção civil e da construção pesada-- estão sendo vitimados pela reação em cadeia criada pelo processo. Dados garimpados pelo consultor em infraestrutura Maurício Portugal revelam que 5% da população brasileira está vinculada direta ou indiretamente à atividade desses grupos econômicos. A Força Sindical tem 72 entidades desses setores, com cerca de 1 milhão de trabalhadores. Contabilizamos cerca de 30 mil operários demitidos sem receber seus direitos porque as empregadoras também não estão recebendo da Petrobras. Esse círculo vicioso resulta em mais demissões e trabalhadores de bolsos vazios e com documentos retidos por falta de rescisão, sem poder tocar suas vidas adiante.
O Ministério Público entrou com ações de improbidade na Justiça pedindo que as empreiteiras sejam proibidas de trabalhar para qualquer órgão público. Julgamos correto punir as empresas, mas impedi-las de seguir atuando devido aos desmandos de funcionários é, no mínimo, uma arbitrariedade que só traz prejuízos à sociedade.

Continua...


Ponto de Vista - As empreiteiras, os trabalhadores e a conta – Parte ll




Ao tornar as empresas nacionais inidôneas abrimos mercado para a concorrência estrangeira atuar em áreas estratégicas para o país. Caso prevaleça a ideia de que a melhor forma de se curar dor de cabeça é cortando-a fora, estaremos jogando nossos empregos e tecnologia no lixo e estrangulando o desenvolvimento das nossas indústrias. Se nossas empresas se tornarem inidôneas, esse risco pode contaminar toda a economia, fazendo dos problemas uma calamidade.
É a partir da tecnologia que o país se torna independente economicamente e as empresas, mais sólidas e competitivas. O processo contrário gera empresas "ocas", responsáveis apenas por montar e distribuir tecnologia estrangeira, sem qualquer retorno para o país, que se torna mais vulnerável a intempéries conjunturais. Nossa expectativa é que haja providências imediatas dos órgãos competentes para atenuar e reverter os prejuízos da Lava Jato, que penalizam a classe trabalhadora. É possível afirmar, como já se disse, que a Lava Jato, ao completar um ano neste mês, representa para nós o que a Operação Mãos Limpas significou para o povo italiano: o enfrentamento qualificado de uma organização criminosa infiltrada nas estruturas do Estado.
Por isso, conclamamos que o juiz federal Sergio Moro continue firme, sabendo que toda a sociedade espera que os resultados vislumbrem novos horizontes e rupturas.
Alinha-se ao desafio de punir culpados sem matar as empresas um outro, tão ou mais importante: o Estado agir para conter os efeitos colaterais do remédio aplicado no organismo moribundo. Só não é justo trucidar o setor de infraestrutura, impedindo-o de atuar, gerar empregos e tecnologia.



Miguel Torres é presidente da Força Sindical Nacional

quinta-feira, 19 de março de 2015

19 de Março dia de São José



Do esposo de Maria sabemos somente aquilo que nos dizem os evangelistas Mateus e Lucas, mas é o que basta para colocar esse incomparável "homem justo" na mais alta cátedra de santidade e de nossa devoção, logo abaixo da Mãe de Jesus.
Venerado desde os primeiros séculos no Oriente, seu culto se difundiu no Ocidente somente no século IX, mas num crescendo não igual ao de outros santos. Em 1621, Gregório XV declarou de preceito a festa litúrgica deste dia; Pio IX elegeu são José padroeiro da Igreja, e os papas sucessivos o enriqueceram de outros títulos, instituindo uma segunda comemoração no dia 1º de maio, ligada a seu modesto e nobre ofício de artesão.
O privilégio de ser pai adotivo do Messias constitui o título mais alto concedido a um homem.
O extraordinário evento da Anunciação e da divina maternidade de Maria - da qual foi advertido pelo anjo depois da sofrida decisão de repudiar a esposa - coloca são José sob uma luz de simpatia humana, em razão do papel de devoto defensor da incolumidade da Virgem Mãe, mistério prenunciado pelos profetas, mas acima da inteligência humana.
Resolvido o angustiante dilema, José não se questiona. Cumpre as prescrições da lei: dirige-se a Belém para recenseamento, assiste Maria no parto, acolhe os pastores e os reis Magos com útil disponibilidade, conduz a salvo Maria e o Menino para subtraí-lo do sanguinário Herodes, depois volta à laboriosa quietude da casinha de Nazaré, partilhando alegrias e dores comuns a todos os pais de família que deviam ganhar o pão com o suor de sua fronte. Nós o revemos na ansiosa procura de Jesus, que ele conduz ao templo por ter cumprido os 12 anos de idade.
Enfim, o Evangelho se despede dele com uma imagem rica de significado, que coloca mais de um tema para nossa reflexão: Jesus, o filho de Deus, o Messias esperado, obedece a ele e a Maria, crescendo em sabedoria, idade e graça.

Edição da editora Paulinas.


Tancredo Neves – Prefeito Interino toma posse




Por  determinação da Justiça, o Presidente da Câmara do município de Presidente Tancredo Neves, Valdemir de Jesus Mota, conhecido por "Balbino" foi impossado como prefeito Municipal até que o  Tribunal Regional Eleitoral (TER), marque uma nova eleição, após o prefeito Moacy Pereira dos Santos (PDT) e o vice Moacir Félix ter o mandato cassado pela justiça eleitoral.
Por outro lado o vereador Josenilton Felississimo, popularmente conhecido por "Zé Coite", tomou posse como Presidente da câmara Municipal, já que este exercia o cargo de vice presidente do legislativo local
Segundo informações de pessoas ligadas ao prefeito afastado, Moacy deu entrada com o pedido de uma liminar no Supremo Tribunal Eleitoral, podendo retornar ao cargo ou não, a depender da decisão da corte máxima.


Texto Blog do Bozó/fotos Amarelinho 10

Bahia - Líder da Oposição visita Defensoria Pública



O líder da Oposição na Alba, deputado Sandro Régis (DEM), esteve na Defensoria Pública na manhã desta quarta-feira, 18, para uma visita de cortesia ao defensor público geral do Estado, Clériston Cavalcante de Macêdo. O encontro informal, que contou com a presença do defensor Gil Braga, membro do Conselho Superior da instituição, teve o objetivo, segundo o parlamentar, de estreitar as relações entre a Defensoria Pública e o Legislativo. Em nome de toda a bancada de oposição, Sandro Régis colocou-se à disposição do defensor Clériston Cavalcante, fazendo questão de destacar a importância do papel e dos serviços prestados pela instituição à sociedade.  Ele lembou que a Defensoria, a despeito da sua função social, nem sempre tem recebido do governo o tratamento adequado, sobretudo na questão orçamentária, essencial para a manutenção de uma estrutura ágil e eficiente.
O Defensor traçou um panorama da atual situação da DPG, pontuando sobre a presença da instituição nas comarcas do interior, sobre os projetos ligados à Defensoria que tramitam na Casa Legislativa, além da redução de R$ 10 milhões no orçamento destinado à instituição e do déficit de defensores para cobrir o estado da Bahia, calculado em 1015 profissionais. Para o líder Sandro Régis, é fundamental que a instituição seja acolhida de forma justa e igual às demais instituições que formam o sistema de Justiça. "A Defensoria executa um papel importantíssimo para a população e para o estado e deve ser vista e tratada com tal", frisou o democrata.


Assessoria de Comunicação da Liderança da Oposição 

Deputado Hildécio Meireles realiza Encontro Regional nesta sexta-feira




Será realizado nesta sexta-feira (20/3), na Associação Atlética de Valença, das 08 às 12 horas, o segundo encontro regional organizado pelo mandato do Deputado Estadual Hildécio Meireles. Na semana passada o evento aconteceu em Teolândia, com a participação de lideranças do Alto Sul. Desta vez englobará os municípios de Aratuípe, Jaguaripe, Valença, Taperoá, Nilo Peçanha, Cairu, Ituberá, Igrapiúna, Camamu, Nazaré, Muniz Ferreira, Santo Antônio de Jesus e Dom Macedo Costa.
O objetivo dos encontros regionais é elaborar um plano estratégico de reivindicações. A iniciativa do deputado estadual Hildécio Meireles (PMDB) dialoga com representantes da sociedade civil e representantes dos órgãos constituídos, a fim de se chegar a um diagnóstico situacional e assim traçar uma estratégia para as reivindicações feitas em prol da região.
Para Hildécio, esses encontros serão muito importantes para a constituição de soluções e medidas que beneficiem o Baixo Sul, Alto Sul e Recôncavo Sul de forma mais expressiva. “As reuniões são constituídas no reflexo das necessidades de melhorias e mudanças pretendidas pela comunidade. Atuarei efetivamente para que, através das minhas indicações ao governador do estado, possamos realizar ações qualificadas que melhorem a região e a vida de toda a população”, destacou o deputado.


ASCOM do deputado estadual Hildécio Meireles

Aprovação a Dilma cai para 13%, diz Datafolha



O governo da presidente Dilma Rousseff é avaliado positivamente por 13% dos entrevistados, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (18), considerado o ponto mais baixo desde o início de seu primeiro mandato, em janeiro de 2011. O índice de eleitores que avaliaram o governo da petista como "ruim" ou "péssimo" é de 62%. A última pesquisa divulgada pelo instituto, em 7 de fevereiro de 2015, apontava que Dilma tinha avaliação positiva de 23% dos entrevistados. À época, outros 44% disseram que o governo da presidente era "ruim" ou "péssimo".
O resultado da pesquisa de avaliação do governo de Dilma feita neste mês é: Ótimo/bom: 13%, regular: 24% e ruim/péssimo: 62%. De acordo com o Datafolha, esta é a mais alta taxa de reprovação de um presidente da República desde setembro de 1992, véspera do impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. Na ocasião, pouco antes de ser afastado do Palácio do Planalto, a reprovação de Collor era de 68%, destacou o instituto de pesquisa. Na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recordou o Datafolha, a pior taxa de aprovação foi de 28%, em dezembro de 2005, registrado pouco depois da cassação do mandato do ex-chefe da Casa Civil José Dirceu. O ex-ministro perdeu o mandato devido à suspeita de seu envolvimento no esquema do mensalão do PT. A pesquisa entrevistou 2.842 eleitores logo após as manifestações do último domingo (15) que levaram milhares de pessoas às ruas do país para protestar contra Dilma e pedir o fim da corrupção no país. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ao questionar os eleitores sobre a avaliação do governo, o Datafolha também costuma pedir para os entrevistados atribuírem uma nota de 0 a 10 ao presidente da República objeto do levantamento.

Segundo o instituto, a nota média de Dilma é de 3,7, a mais baixa desde que a petista assumiu o comando do país, em 2011. Na última pesquisa do Datafolha, em fevereiro, a nota média da petista era de 4,8. No primeiro mandato da presidente, observou o Datafolha, a nota mais baixa atribuída a Dilma foi registrada em pesquisas realizadas entre junho e julho de 2014. Na ocasião, a nota média do governo era de 5,6.

A pesquisa Datafolha mostra ainda que 9% dos entrevistados consideram "bom" ou "ótimo" odesempenho de senadores e deputados no Congresso. Outros 50% acreditam que a atuação dos parlamentares é "ruim" ou "péssima".


Poder & Política

Oposição se fortalece na Assembleia Legislativa



Muito se falou no definhamento qualitativo da oposição na Assembleia Legislativa, com a saída de importantes quadros da legislatura anterior, mas a bancada atual está se mostrando à altura, e considerando que estamos no início do mandato, é possível que venha a melhorar o desempenho.
É grande a frequência à tribuna, podendo, sem demérito para outros estreantes que têm feito pronunciamentos oportunos e de conteúdo, ser citados Luciano Ribeiro (DEM), Hildécio Meireles (PMDB), Pablo Barrozo (DEM), Soldado Prisco (PSDB) e Herzem Gusmão (PMDB).
Entre os veteranos, nota-se a experiência adquirida e a participação maior de alguns parlamentares, como Adolfo Viana (PSDB) e Pedro Tavares (PMDB), havendo outros nomes, novos e antigos, de boa atuação, a exemplo de Leur Lomanto Junior (PMDB).
Dois deputados podem ser analisados à parte: Carlos Geilson (PTN) e Targino Machado (DEM), ambos, coincidentemente, de Feira de Santana. O primeiro, de marcante trajetória oposicionista, dirá em discurso no dia 24 se acompanhará seu partido na adesão ao governo ou ficará onde está.
Quando a Targino, com esse pode-se ter certeza de que vai fazer oposição cerrada ao governo do Estado, como sempre fez, agravada agora pelo fato de ele, crítico também do comportamento e posições de colegas deputados, estar sendo visto de soslaio dentro do próprio bloco da minoria.


Por Escrito

Cid Gomes é demitido após agravar crise com Congresso - Parte l



Depois de provocar a ira de deputados governistas e de oposição, a quem chamou de "achacadores", e comprar briga com o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ministro da Educação, Cid Gomes, foi demitido do cargo na tarde desta quarta-feira. A informação foi divulgada pelo próprio presidente da Câmara e recebida com aplausos pelo plenário. A cadeira do chefe da pasta responsável pela "Pátria Educadora", bordão que a presidente Dilma Rousseff tentou emplacar, é a primeira a ficar vaga em menos de cem dias de mandato. Oficialmente, Cid Gomes disse ter entregado o cargo imediatamente após abandonar uma sessão da Câmara na esteira de um bate boca com deputados. Porém, sua saída foi uma reação imediata à ameaça feita pela bancada do PMDB de não votar mais projetos enviados pelo governo caso Gomes permanecesse no cargo.
A passagem do ministro pelo plenário foi tensa do começo ao fim. Gomes foi convocado pelos parlamentares para explicar a frase de que "a Câmara tinha 300 a 400 achacadores", dita durante palestra para estudantes na Universidade Federal do Pará há vinte dias. Porém, ao contrário do que os deputados esperavam - uma retratação -, ele repetiu a frase e ainda provocou diretamente Eduardo Cunha: "Eu fui acusado de ser mal educado. O ministro da Educação é mal educado", afirmou, em referência à declaração de Cunha, feita logo após articular a convocação de Gomes. E continuou, apontando para o chefe da Câmara: "Eu prefiro ser acusado por ele do que ser como ele, acusado de achaque, que é o que diz a manchete da Folha de S. Paulo", continuou o ministro da Educação, em alusão às denúncias de envolvimento de Cunha com o esquema do petrolão. A fala incendiou o plenário e provocou uma reação multipartidária, com parlamentares se revezando na tribuna para emparedá-lo. Gomes decidiu deixar a Câmara quando, da tribuna, o deputado Sérvio Zveiter (PSD-RJ) afirmou: "No fundo o senhor está fazendo papel de palhaço. Era melhor colocar uma melancia no pescoço". Cid Gomes interrompeu o discurso do deputado para cobrar respeito. Foi quando Cunha interferiu: "Desliguem o microfone, há um orador na tribuna e vossa Excelência nem parlamentar é". Enquanto Zveiter repetia a frase que acabara de dizer, Cid Gomes se dirigiu à saída do plenário.


Continua...