Sindicatos de diversas
categorias farão, no próximo dia 28, um ato unitário na Baixada Santista. O
protesto faz parte de uma série de manifestações organizadas pelas Centrais
Sindicais pelo emprego e contra a reforma da Previdência Social. Na última
quarta-feira, representantes das Centrais e dos Sindicatos envolvidos
realizaram uma reunião, no Sindipetro, para organizar o protesto. João Carlos
Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força Sindical, participou do
encontro.
“A mobilização dos
trabalhadores é fundamental neste momento para conter o aumento do desemprego e
a retirada de direitos”, afirma Juruna.
Os protestos e as
manifestações de rua serão a estratégia de todas as centrais sindicais para tentar
parar a reforma da Previdência, que vai retirar direitos de trabalhadores e
aposentados. No Congresso Nacional, nem a bancada governista apoia as mudanças
na aposentadoria do INSS. É nesse cenário que o governo federal está criando
novas regras para obrigar a população a trabalhar mais tempo antes de se
aposentar.
Apoiada por movimentos
sociais, as centrais sindicais se mobilizam. O calendário prevê protestos em
todo País. Sindicalistas reclamam do prazo curto, de apenas 60 dias, dado pelo
governo para a apresentação de sugestões para a reforma. Líderes das centrais
sindicais informam que “é impossível mexer na Previdência enquanto o país está
em crise”.
O projeto da reforma deve
ser enviado pelo governo, ao Congresso Nacional, no próximo mês de abril. Tanto
governistas quanto oposicionistas acreditam que o projeto não será aprovado.
Eles alegam que esse não é o momento para se fazer uma reforma tão complicada.
Ascom Força Sindical
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