
Hoje 04 de março comemora-se
o aniversário de diversos amigos, dentre eles, estão: Nossa amiga e colega de
trabalho, Maria da Conceição Brasil Figueiredo (“Tia Lene”), como
é carinhosamente chamada por todos aqueles que lhe arrodeia. Também não poderíamos deixar de lembrar, do nosso amigo de infância, André Luiz dos Santos, hoje residindo em Igrapiúna, assim também como nosso amigo e vizinho,
James dos Santos Souza e Renato da Hora Moraes Junior. Mas, é inegável que todos
nossos amigos, inclusive os citados acima, esqueçam de uma pessoa tão
importante para todos nós. Um amigo que se divertia nos divertindo e se foi sem
deixar mágoa nem ressentimento. As vezes bruto, na maioria das vezes atencioso e
até mesmo carinhoso, a sua maneira.
E no meio dessa confusão
alguém partiu sem se despedir. Foi triste. Se houvesse uma despedida talvez
fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes
acontece em um baile de carnaval, onde uma pessoa se perde da outra, procura-a
por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os seus amigos pensar
que a última vez que se encontraram se divertiram muito, depois apenas
aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os
despediu, cada um para seu lado, sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido
guardar uma leve tristeza e também uma lembrança boa, que não será proibido
confessar que às vezes se tem saudades, nem será odioso dizer que a separação
ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento e um indefinível remorso.
E que houve momentos
perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossas vidas.
Que a lembrança dele nos faça sentir maior a nossa solidão, mas que essa
solidão ficou menos infeliz: O que importa que um ser já esteja morto se ele
ainda vive no fundo dos nossos corações.
Esta é uma homenagem de
todos aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com nosso inesquecível,
Luismar Santos, ou simplesmente, Buinha...
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