segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Deputados destacam atuação de Sandro Régis na última sessão da ALBA
O destaque na última sessão
da Assembleia Legislativa antes do recesso natalino, realizada na manhã nesta
quarta-feira, 23, ficou por conta dos pronunciamentos de reconhecimento ao trabalho
do líder da oposição, deputado Sandro Régis (Democratas), que recebeu tanto da
sua bancada como dos deputados da base governista, cumprimentos pela forma
criteriosa como conduziu em 2015 as atividades da Liderança e os embates
contraditórios na Casa Parlamentar. Os deputados ressaltaram o condução
diferenciada e democrática que Régis imprimiu à frente da bancada, distribuindo
ações e posicionando de forma igualitária os colegas parlamentares. O tucano
Adolfo Viana frisou que a firmeza de Sandro Régis na defesa do parlamento, do
Poder Legislativo e dos interesses da sociedade foram norte e exemplo para toda
a bancada. ” Sem dúvida, afirmo que foi o melhor líder que tive ao longo dos
meus mandatos”, assegurou. O líder do PMDB, deputado Pedro Tavares, ressaltou
que a atuação de Régis contribuiu para que a oposição cumprisse de forma
eficiente o seu legítimo papel de fiscalizador dos atos do governo. Os
deputados Fábio Souto e Luciano Ribeiro, ambos do Democratas, observaram que
Sandro Régis ganhou a admiração e respeito de toda a Casa, não apenas pela
atuação democrática, mas por ter conseguido unir a bancada mostrando que, mesmo
sendo minoria, o oposição poderia ser a voz da maioria da população,
mantendo-se comprometida e sintonizada com os anseios da sociedade. Até o líder
do governo, deputado Zé Neto (PT), elogiou a coerência e a sensatez de Sandro
Régis, ressaltando que o estímulo ao diálogo e a firme argumentação do
democrata, resultaram na reavaliação e até no recuo. por parte da bancada da
maioria, de diversas matérias em trâmite no legislativo. Zé Neto chegou a citar
a histórica obstrução de 36 horas protagonizada pela bancada de oposição
durante votação de projetos do Executivo. Sandro Régis agradeceu os elogios dos
colegas e fez questão de ponderar que o trabalho foi construído pelas mãos de
toda a bancada.
Ascom Democratas
sábado, 26 de dezembro de 2015
Mensagem de reflexão - O trem da vida

Quando sua vida começa, você
tem apenas uma mala pequenina na mão. À medida que os anos vão passando, a
bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo
caminho. Porque pensa que não é importante.
A um determinado ponto do
caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas. Pesa demais. Então
você pode escolher: ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o
ajude, o que é difícil, pois todos os que passarem por ali já terão sua própria
bagagem. Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar?
Você começa tirando tudo
para fora, e vendo o que tem dentro. Amizade, nossa! Tem bastante, e curioso,
não pesa nada. Mas tem algo pesado, você faz força para tirar. É a raiva, e
como ela pesa! Aí você começa a tirar, tirar, e aparecem a incompreensão, o
medo, o pessimismo...
Nesse momento o desânimo
quase leva você para dentro da mala. Mas você o puxa para fora com toda a
força, e aparece um sorriso, que estava sufocado no fundo de sua bagagem. Pula
para fora outro sorriso e mais outro e aí, sai a felicidade.
Você coloca as mãos dentro
da mala de novo e tira para fora a tristeza. Agora você vai ter que procurar a
paciência dentro da mala, pois você vai precisar bastante. Procure então o
resto: força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade,
tolerância, bom humor...
Tire a preocupação também, e
a deixe de lado. Depois você pensa o que fazer com ela? Bem, sua bagagem está
pronta para ser arrumada de novo! Mas pensa: o que você vou colocar lá dentro?
Agora é com você, e não se esqueça de fazer isso mais vezes. pois o caminho é
muito, muito longo!
Enviado pela leitora, Aline
Duarte (T. Neves Ba)
Contos & Causos - A Paciência do Minero

Lá pro lado de Belo
Horizonte tem uma rocinha que fica na beira da BR-040, estrada pro Rio de
Janeiro. Todo dia, três mineirinhos amigos se acocoram no capim pra pitar um
fumo de rolo. Uma tarde, passou um carrão em disparada, deixando um rastro de
poeira e óleo diesel. Uma hora depois, um dos mineirinhos falou:
– Era um Ford…
Continuaram em silêncio,
fumando um cigarrinho de palha, até que duas horas mais tarde, o outro
mineirinho respondeu:
– Era não… era um Chevrolet.
Pitaram mais um pouco e três
horas depois, o terceiro mineirinho levantou-se devagar, bateu a poeira da
roupa e disse para os outros dois:
– Bão, eu vô imbora, porque
detesto discussão.
Contado por Rui Bertoti
Por que beber aumenta a vontade de fumar?
Quem fuma sabe que uma das
piores dificuldades na hora de largar o vício é qualquer evento social:
encontrar amigos fumantes se torna um problema, assim como consumir qualquer
tipo de bebida alcoólica – dá sempre aquela vontade de fumar. Com relação à
bebida, vale frisar que há fumantes ocasionais, que só cedem ao cigarro nos
finais de semana, quando saem com os amigos e fazem o quê? Bebem.
Um estudo recente, promovido
por pesquisadores da Universidade do Missouri, tentou entender essa relação
entre o consumo de bebidas alcoólicas e um desejo maior de fumar. Ao que tudo
indica, isso acontece porque o álcool é um depressor do sistema nervoso, o que
nos deixa cansados e com sono. A nicotina, por outro lado, é estimulante.
Para chegar à conclusão de
que, na verdade, o cigarro acende o que o álcool apaga, os pesquisadores
estudaram respostas cerebrais em ratos que receberam doses de álcool e também
de nicotina. O estudo focou em avaliar a área frontal do cérebro dos animais,
relacionada aos reflexos, ao aprendizado e à atenção.
Ao final do experimento,
ficou mais do que claro: a nicotina atua como uma supressora do sono,
diminuindo o efeito depressor do álcool. Na conclusão do estudo, os
pesquisadores afirmaram que agora é possível dizer que a nicotina atua não
apenas como droga estimulante e recreativa, mas também como uma supressora do
efeito depressivo do álcool – talvez por isso seja bacana, para quem quer parar
de fumar, ficar um tempo sem beber também.
Fonte(s): The Independent/Loulla-Mae Eleftheriou-Smith
Cientistas testam o plantio de batatas em ambiente similar ao de Marte

A batata é realmente um
vegetal muito resistente e adaptável. Foi domesticada pelo ser humano onde hoje
é o Peru entre 8.000 e 5.000 a.C. e se espalhou entre praticamente todos os povos
da América. Com a descoberta do Novo Mundo, os europeus levaram a batata para
seus países e a planta se adaptou incrivelmente bem, tornando-se um dos
alimentos mais importantes da Europa.
Talvez seja justamente por
isso que uma equipe de cientistas esteja tentando cultivar os tubérculos em um
ambiente que simula as condições do planeta Marte (semelhanças com o filme
“Perdido em Marte” não são mera coincidência). Caso a batata se prove realmente
tão resistente e adaptável quanto parece, podemos ter em um futuro próximo as
primeiras plantações fora da Terra.
Onde tudo começou: O
experimento está acontecendo muito próximo de onde o ser humano começou a
cultivar a batata – o Peru – no Centro Internacional de la Papa, que estuda e
pesquisa tudo o que você puder imaginar relativo às batatas.
A intenção dos testes é
provar a resistência das batatas e alertar a sociedade sobre o perigo causado
pela devastação cada vez maior de áreas verdes no planeta. Joel Ranck, chefe de
comunicações do Centro Internacional de la Papa, afirma: “Nada melhor para
aprendermos sobre mudanças climáticas do que cultivar um planeta que morreu há
dois bilhões de anos. Precisamos que as pessoas entendam que se pudermos
cultivar batatas nas condições extremas de Marte, podemos salvar vidas na
Terra”.
Para enfrentar a fome: O
fato dessa organização estar estudando como um vegetal vai reagir sendo
cultivado em solo marciano pode parecer um pouco inútil, mas não é. Além de ser
possível ter uma ideia melhor de como pode ser uma possível excursão para o
Planeta Vermelho e, pensando mais adiante, até nas condições de uma
colonização, os estudos nos mostram como podemos produzir alimentos em áreas
dadas como destruídas e inférteis na própria Terra, o que pode ajudar muito no
combate à fome, que chega a afetar cerca de 842 milhões de terráqueos.
Por Rafael Farinaccio
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