quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
O verdadeiro sentido do Natal! - Por Silvio Hirota
Meus amigos esta pergunta
precisa ser feita, mesmo porque há muito tempo os seres humanos perderam o
sentido da palavra. Sempre fomos ensinados de que Natal é Papai Noel, presente,
banquetes, férias, ajuntamento familiar para o tradicional “amigo secreto”etc.
E, a história continua a mesma. Nessa época pessoas de “boa vontade” , farão
“boas obras”.
A cada ano que passa o
chamado Natal fica cada vez mais sem sentido e sem graça! Shoppings lotados,
pessoas brigando por vagas no estacionamento, ou pagando um valor exorbitante
no chamado “espaço vip”. Parece-nos que há uma alegria no ar… mas tudo não
passa de uma simples projeção: comer muito, ganhar presentes, viajar etc… A
pergunta que nunca cala é a seguinte: O que significa verdadeiramente Natal?
Até nos meios evangélicos, fala-se sobre tudo nessa época, jantares,
amigos-secreto, confraternizações, musicais….só que a Pessoa principal, o
Senhor Jesus, está cada vez mais ausente das programações!
Jesus nascendo
verdadeiramente no coração dos homens este é o verdadeiros sentido do Natal!
Mudança de vida, postura, fraternidade, amor entre os familiares, amor entre os
humanos, mas o verdadeiro, isto é Natal e está desaparecendo a cada ano que
passa.
Hoje Natal é símbolo de
exageros em todos os sentidos! Muita bebida, acidentes automobilísticos em
função de álcool, mortes por overdose, gravidez indesejada, tudo no embalo do
pseudo-Natal!
E, o que mais nos entristece
é que a tônica continuará sendo a mesma mentirosa frase inventada pela
sociedade: “Paz na Terra aos homens de boa vontade”. A Bíblia diz: “Paz na
Terra aos homens a quem Ele quer bem!” Esta é a frase verdadeira, mesmo porque,
esperar na boa vontade do ser humano, continuaremos comemorando como até agora,
e para sempre, este pseudo-natal. E, na estribeira vem os nossos filhos que
também estão aprendendo de forma errada e passarão para os seus…..
Pobre Natal, de Natal não
temos mais nada hoje! Será se algum dia tivemos?
Que Deus continue tendo
misericórdia de nós! Um feliz 2012, com Jesus bem dentro do coração!
Pastor Silvio Hirota é Bacharel
em Teologia, com Especialização em Educação Religiosa e Mestrado, na área de
Aconselhamento Pastoral.
TCM rejeita contas da prefeitura municipal de Wenceslau Guimarães
O Tribunal de Contas dos
Municípios, na última terça-feira (22/12), rejeitou as contas do prefeito de
Wenceslau Guimarães, Nestor Vicente dos Santos (PDT), relativas ao exercício de
2014, em função da não aplicação do percentual mínimo de 15% nas ações e
serviços públicos de saúde. o gestor foi multado em r$ 40.000,00 (quarenta mil
reais), por falhas contidas no relatório técnico, e em r$ 23.040,00 (vinte e
três mil e quarenta reais), pela não recondução da despesa total com pessoal ao
limite previsto na lei de responsabilidade fiscal. Também foi determinado o
ressarcimento aos cofres públicos municipais, com seus recursos pessoais, da
importância de r$ 733.134,20 (setecentos e trinta e três mil, cento e trinta e
quatro reais e vinte centavos).
O prefeito investiu apenas
R$ 2.238.509,84 nas ações e serviços públicos de saúde, equivalentes a 10,97%
dos impostos e transferências, que totalizaram r$ 20.407.529,30, quando o
mínimo exigido é de 15%, o que comprometeu o mérito das contas.
Fonte: ASCOM/TCM
Bahia - Veja como votou cada deputado na PEC dos Servidores
Os deputados estaduais
aprovaram, na tarde desta quarta-feira (23), a proposta a Proposta de Emenda à
Constituição (PEC) do Executivo baiano que altera o Estatuto do Servidor. O
projeto foi aprovado com 39 votos a favor, 16 contra e nenhuma abstenção.
Os parlamentares Jânio Natal
(PRP) e Pablo Barrozo (DEM) estavam ausentes. Leur Lomanto Júnior (PMDB),
Luciano Ribeiro (DEM), Robinho (PP) e Vando (PSC) não tiveram os votos
registrados. O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado
estadual Marcelo Nilo (sem partido), não vota.
Votaram a favor do servidor:
Adolfo Viana, Alan Sanches, Augusto Castro, Carlos Geilson, Fábio Souto, Herzém
Gusmão, Hildécio Meireles, José de Arimatéia, Luciano Simões, Marcell Moraes,
Pedro Tavares, Sandro Régis, Sidelvan Nóbrega, Soldado Prisco, Targino Machado
e Tom Araújo.
Votaram a favor do governo:
Aderbal Caldas, Adolfo Menezes, Alan Castro, Alex da Piatã, Alex Lima, Ângela
Sousa, Ângelo Coronel, Antônio Henrique Júnior, Bira Corôa, Bobô, Carlos
Ubaldino, Eduardo Sales, Euclides Fernandes, Fabiola Mansur, Fabrício Falcão,
Fátima Nunes, Gika, Ivana Bastos, Joseildo Ramos, Jurandy Oliveira, Luiz
Augusto, Luiza Maia, Manassés, Marcelino Galo, Maria del Carmen, Marquinho
Viana, Nelson Leal, Neusa Cadore, Sargento Isidório, Paulo Câmarea, Paulo
Rangel, Reinaldo Braga, Robério Oliveira, Roberto Carlos, Rogério Andrade,
Rosemberg Pinto, Zé Neto, Zé Raimundo e Zó.
Fonte: Bocão News
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Mensagem do SINSERG
Este foi um ano de alegrias,
tristezas e realizações. Mas o mais importante é refletir sobre os
acontecimentos, a jornada do dia a dia e, concluir ao final que tivemos um saldo de crescimento e aprendizado.
Desejamos que este Natal seja
o inicio da construção de um caminho de amor, alegria e de esperança, e que em
2016 as conquistas sejam muitas em prol de todos nós.
Feliz Natal e um Ano Novo
cheio de saúde, prosperidade, paz e realizações.
São os sinceros votos do presidente Bozó e toda diretoria do
SINSERG.
Curiosidades sobre o Natal
Alguns grupos religiosos,
afirmam que é proibido celebrar o Natal, porque nenhum dos quatro evangelhos
especifica a data do nascimento de Jesus. Mas isso seria como dizer: “Como não
temos a sua certidão de nascimento, não vamos fazer sua festa de aniversário”.
Por outro lado, eles
consideram que, no mês de dezembro, por ser extremamente frio em alguns
lugares, seria impossível que os pastores tenham estado cuidado das suas
ovelhas no campo, como aparece no relato dos evangelhos. Os primeiros cristãos
não pensavam assim. Desde o século IV, o Natal começou a ser celebrado no dia
25 de dezembro, levando em consideração que, nesta data, o dia é mais longo e o
sol dura mais tempo iluminando a terra. Sendo Jesus “a luz do mundo” (João 9,
5) e “o sol que nasce do alto para iluminar os que vivem nas trevas e na sombra
da morte” (Lucas 1), considerou-se oportuno fazer a lembrança do nascimento de
Jesus coincidir com a data na qual a presença do sol é mais longa com relação à
terra. Na verdade, o que comemoramos no dia 25 de dezembro não é uma data, mas
um acontecimento, ou seja, o nascimento de Jesus e o amor misericordioso do
Pai. Porque “Deus amou tanto o mundo, que nos deu seu Filho único, para que
todo o que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna”.
De qualquer maneira,
pesquisas recentes descobriram que o dia 25 de dezembro representa uma data histórica,
como veremos a seguir. Comumente se aceita a notícia antiga segundo a qual a
celebração do Natal do Senhor foi introduzida na primeira metade do século IV
pela Igreja de Roma por razões ideológicas (para substituir a festa pagã do
sol). A data teria sido estabelecida no solstício de inverno, em dezembro.
Portanto, no âmbito cristão, remontando nove meses, teria sido determinada em 25
de março a celebração da anunciação do anjo a Maria. Por conseguinte, seis
meses antes do Natal, teria sido colocada também a data do nascimento de João
Batista. Mas então o dia 25 de dezembro, data em que recordamos o nascimento de
Jesus, é uma data histórica ou não?
Segundo as últimas pesquisas
(cf. Tommaso Federici, “25 de dezembro, uma data histórica”), o dia 25 de
dezembro, como dia em que Jesus nasceu, é uma data histórica. Mas como se
chegou a esta conclusão? Tendo como ponto de partida o anúncio do anjo a
Zacarias. Mas em que data Zacarias exerceu seu ministério no templo? Sendo da
classe de Abias, correspondiam-lhe os últimos dias de setembro, entre 20 e 30.
Portanto, 6 meses depois,
Maria recebeu o anúncio do anjo (25 de março); meses depois, nasceu João
Batista (24 de junho); 9 meses depois da anunciação a Maria (25 de março),
nasceu Jesus (25 de dezembro). Os dias 23 de setembro e 24 de junho para o
anúncio e nascimento de João Batista, e o dia 25 de dezembro para a anunciação
do Senhor e seu nascimento não foram datas arbitrárias nem copiadas de
ideologias da época.
As igrejas haviam conservado
memórias ininterruptas e, quando decidiram prestar-lhes homenagens nas
celebrações litúrgicas, a única coisa que fizeram foi sancionar o uso imemorial
da devoção popular.
Fonte: Paróquia de Nossa
Senhora Auxiliadora - Goiânia (GO)
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