sábado, 8 de agosto de 2015
A origem do Dia dos Pais
Ao que tudo indica, o Dia
dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a ideia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços
familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Conta a história que em
1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do
veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães,
teve a ideia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai,
que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de
criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de
pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés
de John Bruce Dodd.
Já adulta, Sonora sentia-se
orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de
ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de
Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio
para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais
norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai
de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas
eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
A partir daí a comemoração
difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em
1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional
e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação
presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns
dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972).
No Brasil, a ideia de
comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela
primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da
família.
Sua data foi alterada para o
2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e
européia.
Portal da Família
Contos & Causos – O barbeiro entrou na onda

Diz que um belo dia, um
índio bem alegre, chegou numa barbearia juntamente com um menino, os dois para
cortar o cabelo.
O barbeiro, gente mui buena,
fez um belo corte no índio, que já aproveitô pra aparar a barba, enfim deu
trato geral.Depois de pronto o índio, chegou a vez do guri. Nisso o índio disse
pro barbeiro:
- Tchê, enquanto tu corta as
melena do guri, vou dar um pulo até o bolicho da esquina comprar um cigarrito e
já tô de volta.
- Tá bueno! disse o barbeiro.
Só que o barbeiro terminou
de cortar o cabelo do guri e o índio não apareceu.
- Senta ai e espera que teu
pai já vem te buscar.
- Ele não é meu pai! - disse
o moleque.
- Teu irmão, teu tio, seja
lá o que for, senta ai.
- Ele não é nada meu! falou
o guri.
Ai o barbeiro perguntou
intrigado:
- Mas quem é o animal então?
- Não sei! Ele me pegou ali
na esquina e perguntou se eu queria cortar o cabelo de graça!
Por Roberto Cohen
Para Sandro Régis, Rui Costa não tem feito um "governo espetacular"
Em entrevista à Rádio
Metrópole nessa sexta-feira (7), o deputado estadual Sandro Régis (DEM)
comentou a crise política e econômica enfrentada pelo país. Questionado sobre
uma diferença na forma de gerir da presidente Dilma Rousseff (PT) e do
governador Rui Costa (PT), o deputado afirmou que Rui ainda está sob
expectativa da população, mas não tem feito um governo espetacular.
“Qualquer governador com
seis a sete meses de governo, ele ainda está de acordo com a expectativa da
população. Você vê o Enem, a Bahia tem escolas públicas entre as piores do
Brasil. Não vemos mudança, mas os baianos ainda aguardam. Ainda não temos como avaliar, mas não é um governo
espetacular (...) Não é um governo de reconstrução, é um governo fez parte da
montagem de projetos passados”, opina.
Para o deputado, a questão
política enfrentada pelo país preocupa a todos. “Caminhamos para um buraco, é
crise geral. Um momento difícil para olhares do mundo”, afirma.
Metro 1
Sindicatos se unem à luta dos frentistas baianos
A luta por melhores
salários, condições de trabalho, direitos e respeito é um ideal comum de todos
os trabalhadores de postos de combustíveis do país. E quando um sindicato da
categoria enfrenta dificuldades, representantes das entidades coirmãs se unem
para combater a exploração da mão de obra e o abuso dos patrões. Hoje, os
frentistas do estado da Bahia realizam uma grande vigília em Salvador para
cobrar o fechamento da negociação salarial 2015. O presidente do
SINPOSPETRO-RJ, Eusébio Pinto Neto, e também secretário Geral da Federação
Nacional dos Frentistas (FENEPOSPETRO), está na capital baiana para reforça o
movimento dos trabalhadores.
Por ter experiência em
situações de conflito, Eusébio Pinto Neto, foi convidado pelo Sindicato dos
Frentistas da Bahia(SINPOSBA) para ajudar nos movimentos no estado. Além da
vigília, nesta sexta-feira(7), acontece no Ministério Público do Trabalho da
Bahia mais uma rodada de negociação entre patrões e trabalhadores. Com
data-base em 1º de maio, os frentistas baianos aguardam pelo encerramento das
negociações. O descaso dos patrões, pode levar a categoria à greve. Os
trabalhadores ameaçam cruzar os braços a partir da próxima segunda-feira(10),
caso não cheguem a um acordo com os patrões.
Eusébio Neto diz que o
capital tenta impor a força oprimindo e subjugando os trabalhadores. Segundo
ele, a organização da categoria em todo país tem incomodado alguns
representantes do setor de renda de combustíveis. “Os trabalhadores precisam
ficar atentos e unidos para não virarem reféns do capital. Nós conseguimos
quebrar as correntes na década de 90 com a fundação do primeiro sindicato da
categoria e da Federação, em São Paulo, não podemos permitir um retrocesso nas
nossas conquistas. Enquanto tiver um trabalhador de posto precisando de apoio
ou auxilio, resistiremos com força e resignação ”-completa.
Ascom Força Sindical
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
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