quinta-feira, 20 de junho de 2019
Compre na Feira Livre e no Comércio de Gandu
Pensando em aquecer as vendas durante o
São João a prefeitura de Gandu lançou uma campanha de incentivo e valorização
do comércio local. Com o tema, “O comércio Vende, você Compra e a cidade
Cresce”, a campanha chama a atenção dos consumidores sobre a importância de
comprar no comércio ganduense, feira livre e lojas para ajudar a fortalecer a
economia do município.
ASCOM/Prefeitura de Gandu.
Pesquisas - Bolsonaro tem 26%; Moro, 16%; Ciro, 14%; Lula, 13%
O
Instituto Paraná realizou uma pesquisa encomendada pela direção nacional do
PSDB de intenção de voto para a Presidência da República que mostra Jair
Bolsonaro (PSL) no primeiro lugar.
De acordo com o
levantamento, Bolsonaro tem 26% das intenções de voto para a reeleição,
enquanto Sérgio Moro, ministro da Justiça, aparece em segundo, com 16% dos
entrevistados.
Ciro Gomes (PDT) está em
terceiro com 14%, à frente do ex-presidente Lula, que tem 13% das intenções de
voto. O presidenciável do PSDB, governador de São Paulo João Doria, apareceu
com somente 5%.
O jornal Valor Econômico não
divulgou informações sobre número de entrevistados ou margem de erro, mas
sinalizou que a consulta foi feita ainda na gestão do ex-presidente do PSDB
Geraldo Alckmin, ou seja, antes o dia 31 de maio.
A próxima eleição para a
presidência acontecerá somente em 2022.
Fonte:
Bahia.ba
Wenceslau Guimarães – Prefeitura antecipa salários dos servidores
Pensando em
aquecer o comercio local, o prefeito Kaká [PRB], autorizou o pagamento antecipado
dos vencimentos do funcionalismo público municipal, para esta quarta-feira dia
19 de junho, o que deixará a cidade mais movimentada.
"Pagar em
dias é um dever de um gestor responsável, mas pagar antecipado é ter compromisso
dobrado com sua população". Afirmou um servidor efetivo.
Sergio Moro diz que abandona Governo caso se provem irregularidades
O ministro
da Justiça Sergio Moro afirmou hoje que deixa o cargo caso se provem
irregularidades suas nas mensagens trocadas com procuradores da Operação Lava
Jato, no âmbito das denúncias do 'site' The Intercept, mas reiterou a sua inocência.
"Estou
absolutamente convicto das minhas ações como juiz. (...) Que o 'site' [The
Intercept] apresente tudo, para que a sociedade veja se houve alguma
incorreção. Não tenho nenhum apego pelo cargo em si. Se houve irregularidade de
minha parte, eu saio. Mas não houve. Eu sempre agi na lei, de maneira
imparcial", declarou Moro, em audiência pública no Senado, em Brasília.
Por várias vezes, ao longo da audiência, o atual ministro
da Justiça acusou o portal de investigação jornalística The Intercept de ser
"sensacionalista", apelando ainda a que o 'site' divulgue
integralmente o conteúdo das mensagens a que teve acesso.
Em resposta às acusações de sensasionalismo, o senador do
Partido dos trabalhadores (PT) Jaques Wagner relembrou que o jornalista Glenn
Greenwald, um dos fundadores do The Intercept, já foi distinguido com um prêmio
de jornalismo Pulitzer pelas suas reportagens que revelaram os programas de
espionagem da Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA, na sigla em
inglês).
"O
ministro insiste em desqualificar o 'site' e chamá-lo de sensacionalista. O
'site' já ganhou o 'Óscar do jornalismo' com a revelação dos 'wiki-leaks'. O
combate à corrupção é um pré-requisito para qualquer pessoa na vida pública. A
melhor forma é responder ao que está sendo revelado", defendeu o senador
do PT.
Jaques Wagner aproveitou ainda para questionar o atual
ministro se também considerava sensacionalismo a divulgação das conversas entre
os ex-Presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff, quando Moro ainda era
magistrado na Operação Lava Jato.
"Foi uma medida sensacionalista divulgar conversas
grampeadas [sob escuta] de Dilma? Colocar no pelourinho a dignidade de pessoas
que deveria ser mantida em sigilo?", reforçou o deputado, numa alusão à
decisão de Moro, enquanto juiz, retirou em 2016 o sigilo e divulgou conversas
telefônicas entre os dois ex-chefes de Estado.
Por outro lado, a ex-juíza e senadora Selma Arruda, do
Partido Social Liberal (PSL), composição política do Presidente Jair Bolsonaro,
defendeu a atuação de Moro na Lava Jato, acrescentando que magistrados que
trabalham com pessoas envolvidas na política são frequentemente acusados de
parcialidade.
Desde o dia 09 de junho, o portal jornalístico The
Intercept tem publicado uma série de reportagens sobre mensagens secretas
obtidas de uma fonte anônima, que terão sido trocadas por Moro com procuradores
da Operação Lava Jato, quando era o juiz responsável por analisar os processos
da investigação em primeira instância.
Segundo
o Intercept, as conversas lançam dúvidas sobre o desempenho de Moro nos
processos da Lava Jato, como no julgamento que levou à prisão do ex-Presidente
Luiz Inácio Lula da Silva.
Na audiência de hoje, Moro voltou a negar que tenha agido
de modo parcial ou que tenha combinado ações com promotores responsáveis pelas
investigações, embora tenha admitido que usava a aplicação Telegram para falar
com procuradores, alegando que é normal os juízes conversarem com as partes
fora dos autos do processo.
Em relação
às mensagens obtidas pelo The Intercept, o ministro insistiu que "não se
lembra", e que não reconhece a sua autenticidade, porque não foram alvo de
perícias e poderão ter sido "total ou parcialmente editadas".
Bastidoers do
Poder
PSG quer 300 milhões de euros para liberar Neymar ao Barcelona

O Paris
Saint-Germain definiu o preço para liberar o atacante Neymar para voltar ao
Barcelona. Segundo o jornal francês Le Parisien, o clube francês
quer receber 300 milhões de euros (cerca de R$ 1,3 bilhão) pela transferência.
O
brasileiro foi contratado pelo PSG por 222 milhões de euros (R$ 819 milhões),
valor de sua multa rescisória à época, há dois anos. O time francês promete fazer
jogo duro para liberá-lo.
A informação do "Le Parisien" foi publicada
poucas horas depois de o jornal Mundo Deportivo revelar
que o jogador pediu ao presidente do PSG, Nasser Al-Khelaifi, para ser
negociado. Segundo o periódico catalão, Neymar enviou uma mensagem para o
mandatário com o seguinte teor: "Não quero jogar mais aqui. Quero voltar à
minha casa de onde nunca devia ter saído".
O pedido teria sido feito antes de Nasser Al-Khelaifi
conceder entrevista à revista "France Football", quando citou nominalmente
o atacante, dizendo que ele "não foi obrigado a assinar contrato com o
PSG" e que não "queria mais nenhum comportamento de celebridade"
no clube.
O Barcelona estuda uma maneira de viabilizar o negócio
sem ter de arcar com o valor exigido pelo PSG. O presidente Josep Maria
Bartolomeu gostaria de envolver alguns jogadores como Umtiti, Dembélé e
Rakitic, além de uma quantia considerável em dinheiro. Apenas os três jogadores
valeriam cerca de R$ 1 bilhão.
Até Lionel Messi entrou na negociação, segundo o jornal El
Mundo. O argentino teria pedido ao presidente do Barcelona para
esquecer o atacante francês Antoine Griezmann, que já teria um acordo com o
time catalão e anunciou sua saída do Atlético de Madrid, e se esforçar para
contratar o amigo Neymar.
Com uma lesão no tornozelo direito e sob os holofotes por
causa das acusações de agressão e estupro pela modelo Najila Trindade, Neymar
deve viver dias agitados até que o seu futuro dentro de campo seja definido.
Gazeta Esportiva
Banco Central mantém juros básicos no menor nível da história

Pela décima vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou os
juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária
(Copom) manteve a taxa Selic em 6,5% ao ano. A decisão era esperada pelos
analistas financeiros.
Com a decisão de hoje (19), a Selic continua no menor nível
desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012
a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada
gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o
Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a
6,5% ao ano em março de 2018.
Em comunicado, o Copom informou que está monitorando a economia brasileira. A
nota dz que o Banco Central só deve voltar a reduzir os juros após o avanço ou
a aprovação de reformas que reduzam os gastos públicos, como a da Previdência.
“O comitê ressalta ainda que a percepção de continuidade da agenda de reformas
afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes. Em particular, o
comitê julga que avanços concretos nessa agenda são fundamentais para
consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva”, destacou.
A Selic é o principal instrumento do Banco
Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice
Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em maio, o indicador fechou em
4,66% no acumulado de 12 meses. Depois de vários meses de alta no início do
ano, o índice desacelerou em maio, atingindo o menor resultado para o mês desde 2006.
Para 2019, o
Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu meta de inflação de 4,25%, com
margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não poderá
superar 5,75% neste ano nem ficar abaixo de 2,75%. A meta para 2020 foi fixada
em 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.
No Relatório de Inflação divulgado no
fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2019 em 3,9% e continuará baixo até 2021. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal
com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,84%.
Agencia Brasil
terça-feira, 18 de junho de 2019
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